

O mundo parece estar mudando rápido.
A forma como trabalhamos.
Como nos relacionamos.
Como construímos comunidade.
Em quem confiamos.
O que buscamos.
Até aquilo que costumava nos dar uma sensação de segurança não tá dando mais.
Segundo o Desenho Humano, existe uma razão interessante para estarmos vivendo justamente este momento.
Em 2027, chegamos ao fim de um ciclo de mais de 400 anos e entramos em um novo ciclo.
Mas o que isso significa?
É exatamente isso que queremos investigar nesta aula.
Vamos usar o Desenho Humano como uma lente para olhar para as mudanças que já estão acontecendo ao nosso redor e perguntar:
Será que existe algo maior acontecendo?

Sofia Cotrim + Juliana Tigre
Viajantes no tempo, entusiastas de experimentos humanos relacionados à expansão da consciência, cientistas noéticas e guias multidimensionais.
Sofia e Juliana compartilham uma curiosidade quase inconveniente sobre por que somos como somos e o que acontece quando começamos a questionar aquilo que sempre acreditamos ser verdade.
Há anos, exploram diferentes mapas, tradições, ferramentas e práticas para investigar a consciência humana, reconhecer condicionamentos e descobrir o que existe por baixo de todo o barulho que aprendemos a chamar de realidade.
São duas mentes curiosas a serviço do coletivo, particularmente fascinadas por encontrar padrões, questionar sistemas e descobrir onde fica o botão de RESET.
Desta vez, a investigação é sobre o shift de 2027, o mundo que estamos deixando para trás e aquele que pode estar começando a nascer.
Vem explorar com a gente. 🌀
nesta aula vamos apresentar
O que é o Desenho Humano
De onde vem esse sistema e como ele pode nos ajudar a compreender nossa natureza, nossos padrões e os ciclos coletivos.
O que muda em 2027
O ciclo de mais de 400 anos que está chegando ao fim, o novo ciclo que começa e quais mudanças o Desenho Humano aponta para a forma como vivemos, nos relacionamos e nos organizamos.
Onde você entra nisso
Como navegar um mundo que pede cada vez mais individualidade, autonomia e confiança na própria natureza, reconhecendo o que é você e o que é condicionamento.
